A Associação dos Empregados da Eletrobras recebeu na tarde da quarta-feira, dia 26 de novembro, o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. O encontro teve por objetivo debater os rumos do país, especialmente em um momento pré-eleitoral, onde a extrema-direita acentua seu discurso entreguista, basta conferir as políticas de privatizações no setor de saneamento em andamento.

O diretor da Aeel e da FNU, Emanuel Mendes, ressaltou a importância de se eleger uma bancada comprometida com as causas dos trabalhadores. “A Eletrobras foi privatizada mesmo com toda luta das entidades, mas essa situação poderia ter sido evitada se tivéssemos um perfil de congresso diferente do atual. Por isso, vamos atuar para mudar esse quadro para a eleição de 2026.”

O ministro José Dirceu afirmou que o processo eleitoral que se aproxima vai ser tão difícil quanto o de 2022. “Não podemos ter ilusão, mesmo com a prisão de Bolsonaro, a extrema-direita tem conseguido conquistar eleitores, mesmo nas classes populares. É dever do campo democrático retomar a narrativa das conquistas populares. Temos um discurso efetivo, que é o fim da escala 6×1, e a isenção do imposto de renda para a classe média. Dialogar e ouvir  o povo deve ser a nossa tarefa diária”, alertou.

Estiveram presentes no auditório lotado da Aeel, militantes, lideranças sindicais, como os diretores da FNU, Magno dos Santos Filho e Wellington Diniz, que entregou um documento a José Dirceu, falando da luta pela aprovação dos Projetos de Lei 1.189/2023 e 1.791/2019, que tratam da reintegração dos trabalhadores e das trabalhadoras da Eletrobras .

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