Nesta quarta-feira (26/11), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o relatório favorável do PL 1791/2019, apresentado pelo senador Sérgio Petecão. O projeto trata do reaproveitamento dos trabalhadores da Eletrobras que foram demitidos sem justa causa após a privatização da empresa. Com a aprovação na CCJ, o PL segue agora para votação no Plenário do Senado — etapa decisiva para que a proposta avance no Congresso Nacional.
✊ Uma vitória dos trabalhadores — e uma nova etapa da luta
A aprovação na CCJ representa um avanço importante em um tema que mobiliza milhares de famílias atingidas pelas demissões ocorridas após o processo de desestatização da Eletrobras.
Agora, a batalha se concentra no Plenário, onde os senadores terão a palavra final. É momento de pressão total para que o projeto seja aprovado.
📌 O que diz o PL 1791/2019?
O texto altera a Lei 12.783/2013 para permitir que trabalhadoras e trabalhadores dispensados após a privatização possam ser reaproveitados em empresas públicas do setor elétrico, em funções compatíveis com sua qualificação e com preservação de direitos.
O projeto busca reparar os efeitos de uma privatização marcada por impactos sociais e institucionais, que atingiram duramente o corpo técnico especializado da Eletrobras.
✊ FNU e CNE: articulação permanente em defesa dos trabalhadores
Há meses, a FNU e o CNE (Coletivo Nacional dos Eletricitários) atuam de forma contínua para garantir o avanço do PL. Essa articulação inclui reuniões institucionais, diálogo com lideranças partidárias, audiências, construção de apoio político e acompanhamento constante da tramitação.
Os dirigentes da FNU, Wellington Diniz e Hirton Albuquerque, têm estado de forma sistemática em Brasília monitorando cada etapa, dialogando com senadores e reforçando a urgência da reparação aos trabalhadores atingidos pelas demissões.
📣 Agora é no Plenário: mobilização total
Com a aprovação na CCJ, o PL 1791/2019 está pronto para seguir ao Plenário do Senado. A FNU reforça a importância da mobilização das entidades, sindicatos, trabalhadores e trabalhadoras para pressionar os parlamentares pela aprovação do texto.
