Mais de 2,5 mil fontes de água potável e gratuita estão espalhadas pela capital italiana. Desde o Império, bem é universal, parte da vida coletiva e da paisagem urbana. Que lições isso ensina ao Brasil, onde avançam juntas a privatização (com recursos públicos) e a precariedade dos serviços?

O referendo italiano de 2011: quando a população disse “não” à privatização

Essa tradição da água como bem comum voltou ao centro do debate político em 2011, quando a Itália realizou um referendo histórico. Em 12 e 13 de junho daquele ano, mais de 27 milhões de italianos foram às urnas e, com mais de 94% dos votos, rejeitaram a legislação que permitiria a privatização dos serviços de água e a garantia de lucro sobre o capital investido pelas empresas gestoras.

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