A cada dia, mais trabalhadores questionam os dirigentes sindicais sobre o mapeamento, inicialmente previsto para este ano, porém, adiado em razão da pandemia de Covid-19. Mas, agora, parece que as iniciativas serão retomadas.
Uma empresa foi contratada para rever a metodologia para avaliar desempenho e eficiência do trabalhador. Inclusive, ela elaborou um plano piloto, já em fase de testes em quatro setores (dois da Diretoria Técnica; 1 da Diretoria Comercia; e 1 da Diretoria Administrativa), com esta metodologia. Os resultados serão agregados aos outros critérios, já utilizados pela Sanasa, para realizar o mapeamento a partir de janeiro do ano que vem.
Como a diretoria da Sanasa não permite a participação direta do Sindae neste processo, os dirigentes sindicais estão às escuras, sem informações sobre este plano piloto e também como será o mapeamento no ano que vem.
Daí a importância de os trabalhadores lotados nestes setores onde o plano piloto está sendo implementado repassarem informações ao sindicato. Assim, teremos condições de avaliar o trabalho que vem sendo feito e também traçar estratégias para garantir nossos direitos.
Mais do que avaliar o trabalhador e premiá-lo pelo seu desempenho ao longo dos últimos anos, o mapeamento precisa urgentemente reduzir as diferenças absurdas entre o maior e o menor salário dentro das diversas funções e cargos existentes na empresa.
Os dirigentes sindicais consideram também que estas avaliações devem ser realizadas anualmente; e não como é hoje, em que se leva até quatro anos para fazer um mapeamento. Isso só faz aumentar o número de ações trabalhistas contra a Sanasa.

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