O fundo de investimento em infraestrutura NUIF-11 (gerenciado pela Nu Asset, do Nubank) anunciou que zerou completamente sua participação em títulos de dívida (debêntures) da concessionária AEGEA – Águas do Rio. O motivo: O fundo identificou um aumento no risco de crédito e na volatilidade da empresa após a recente redução do patrimônio líquido da Aegea em R$ 5 bilhões, valor este que está sob forte suspeita de rombo interno administrativo.
Para proteger seus cotistas, a Nubank preferiu vender os papéis no mercado secundário e encerrar suas operações com a AEGEA . Atualmente, a AEGEA Águas do Rio (Aegea) enfrenta investigações abertas em câmaras municipais, e intensa fiscalização da Alerj.O objetivo principal dessas comissões é fiscalizar e periciar denúncias gravíssimas sobre irregularidades na medição de consumo pelas prestadoras de serviço.
Cobrança de “Ar”: Casos em que a tubulação seca recebia jatos de ar gerando passagens falsas pelo relógio e fazendo com que o consumidor pagasse por vento em vez de água.
Aferição Amadora: Irregularidades cometidas em laboratórios de medição que não simulavam os problemas reais enfrentados nas redes de distribuição das ruas.
Multiplicação de Tarifa Mínima: A prática de multiplicar a tarifa de consumo mínimo de forma linear pelo número de unidades em condomínios comerciais e residenciais, ignorando a leitura real do hidrômetro único.
Possíveis adulterações: As CPIs estão ocorrendo em Petrópolis, Queimados, Baixada Fluminense e Região Metropolitana, e tem forte pressão parlamentar em São Gonçalo, Duque de Caxias e São João de Meriti.
Fonte: AVP News Express
