Neste domingo, 25 de outubro, brasileiros voltam às urnas para escolher o presidente da República. Para a FNU, a democracia também está ligada à liberdade sindical, aos direitos dos trabalhadores e à participação da sociedade nas decisões que afetam o país.
Neste domingo, 25 de outubro, milhões de brasileiros voltam às urnas para participar do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A votação será realizada das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, e definirá quem ocupará a Presidência da República pelos próximos quatro anos.
O voto é uma das principais conquistas democráticas da sociedade brasileira. Por meio dele, cada cidadão participa da escolha de seus representantes e das decisões que influenciam o futuro do país. É um direito que deve ser exercido com liberdade, informação e respeito às diferentes opiniões.
A Constituição Federal estabelece que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos constitucionais. Esse princípio está na base da democracia brasileira e reconhece a população como protagonista da vida política nacional.
Mas a democracia não se limita ao momento da votação. Ela também está presente na liberdade de expressão, no respeito às instituições, no direito de organização, na participação popular e na possibilidade de acompanhar, questionar e fiscalizar as decisões dos governantes.
É por isso que a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) considera a defesa da democracia parte de sua atuação em favor dos trabalhadores e da sociedade.
Democracia também é garantir os direitos dos trabalhadores
No mundo do trabalho, a democracia se manifesta no direito de organização sindical, na liberdade de associação, na negociação coletiva e na participação dos trabalhadores nas discussões sobre suas condições de trabalho.
A própria Constituição, em seu artigo 8º, assegura a liberdade de associação profissional e sindical e reconhece o papel dos sindicatos na defesa dos direitos e interesses das categorias que representam.
Esses direitos permitem que trabalhadores se organizem coletivamente, apresentem reivindicações, participem de assembleias, negociem condições de trabalho e se manifestem sobre decisões que afetam suas vidas.
A liberdade sindical é, portanto, uma dimensão importante da participação democrática. Ela garante espaço para a organização coletiva e para o diálogo entre trabalhadores, empregadores e poder público.
Para a FNU, a valorização do trabalho, o respeito aos direitos trabalhistas e a liberdade de organização são compromissos permanentes de sua atuação sindical.
Água, saneamento e energia também fazem parte do debate democrático
A participação da sociedade nas decisões sobre serviços essenciais é outra dimensão da democracia defendida pela FNU.
Água, saneamento básico e energia elétrica fazem parte da vida cotidiana da população. As decisões sobre a organização, a prestação, os investimentos e as tarifas desses serviços têm consequências diretas para famílias, trabalhadores, comunidades e municípios.
Por isso, a Federação defende que essas discussões sejam conduzidas com transparência, participação popular e compromisso com o interesse público.
No saneamento, o controle social permite que a população acompanhe e participe dos debates sobre políticas, planejamento e prestação dos serviços. No setor elétrico, as discussões sobre acesso à energia, tarifas, qualidade do atendimento e transição energética também envolvem questões de interesse coletivo.
A FNU defende empresas públicas fortes, serviços de qualidade, valorização dos trabalhadores e políticas que ampliem o acesso da população à água, ao saneamento e à energia elétrica.
Para a entidade, a participação da sociedade nessas decisões é fundamental para fortalecer o acompanhamento das políticas públicas e garantir espaço às necessidades da população.
Segundo turno: informação e participação
O segundo turno das eleições presidenciais é mais uma oportunidade para que a população participe diretamente do processo democrático.
Conhecer as propostas das candidaturas, acompanhar o debate público e buscar informações em fontes confiáveis são formas de compreender os compromissos apresentados para os próximos quatro anos.
Entre os temas que podem ser examinados estão o respeito à Constituição e às instituições democráticas, a liberdade de expressão, os direitos dos trabalhadores, a participação popular e as políticas relacionadas aos serviços essenciais.
A democracia pressupõe também o respeito aos resultados das urnas, às regras eleitorais e ao direito de cada cidadão fazer sua escolha livremente.
A participação democrática, no entanto, não termina com a divulgação do resultado eleitoral. Depois da eleição, permanece o direito da sociedade de acompanhar as políticas públicas, cobrar compromissos, fiscalizar a aplicação dos recursos e participar dos espaços de debate e decisão.
Domingo, 25 de outubro, é dia de votação
O segundo turno será realizado neste domingo, 25 de outubro, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
A Justiça Eleitoral esclarece que quem não votou no primeiro turno também poderá votar no segundo, desde que esteja com a situação eleitoral regular. Cada turno é considerado uma eleição independente para efeito de comparecimento às urnas.
A FNU reafirma sua defesa da democracia, da liberdade sindical, dos direitos dos trabalhadores e da participação popular.
O voto é uma conquista democrática. A liberdade de organização, o direito à informação e a possibilidade de participar das decisões coletivas são elementos que fortalecem a vida democrática para além das eleições.
DEMOCRACIA SE FAZ COM VOTO, VOZ, DIREITOS E PARTICIPAÇÃO!
