Em solenidade realizada por videoconferência, os trabalhadores eleitos para a direção do SINDÁGUA, mandato 2026/2030, tomaram posse em seus cargos na segunda-feira, 23 de março. Sindicato, presidido por Eduardo Pereira de Oliveira, tem pela frente a continuidade da resistência contra o desmanche do “estado de direito” e uma organização agressiva da direita empresarial pela tomada de empresas estatais e supressão de direitos trabalhistas e sociais.
O novo mandato do SINDÁGUA começa um dia depois da renúncia de Romeu Zema no governo de Minas, que pavimentou um terreno de entreguismo e que busca sorrateiramente se cacifar para a cabeça ou na garupa da candidatura para a presidência da República, deixando no Estado uma herança de destruição, ungida por denúncias de corrupção e de operadores de propinas como o ex-presidente do Conselho de Administração da Copasa.
Eduardo Pereira, em seu discurso de posse, alertou para a necessidade de criação de novas lideranças e de um trabalho urgente de conscientização da população sobre as graves ameaças que enfrentamos neste ano eleitoral para cargos majoritários: presidência da República, governo do Estado, deputados estaduais e federais e senadores. A eleição do final de ano é decisiva para a resistência aos golpes contra os direitos trabalhistas e sociais e até mesmo para a democracia brasileira.
Tivemos, na posse, uma analise de conjuntura pelo sociólogo Frederico Santana Rick, que expôs as articulações que estão sendo engendradas, passando por interesses estadunidenses e de uma direita radical que tenta tomar o poder no Brasil, estratégico para a política expansionista para as guerras de Donald Trump pelo mundo, onde tem interesses econômicos estratégicos.
Junto com os diretores do SINDÁGUA foi empossada também a diretoria do DEAPES, sob a coordenação de Waltencyr Teófilo José de Souza.
Fonte: Ascom Sindágua-MG
