As mulheres do Cone Sul reuniram-se nestas segunda e terça-feiras (7 e 8/5), em São Paulo (SP), para definir as prioridades da sub-Região, no âmbito das reuniões conexas do Comitê Consultivo Subregional da ISP para Brasil e Cone Sul (Subrac).

Entre os pontos abordados estavam as campanhas globais do ISP – Internacional de Serviços Públicos: equidade salarial, 50/50 e convenção sobre a violência laboral.

Representando as mulheres urbanitárias, esteve presente a secretária da Mulher da FNU, Giovana Barros, que explicou que, durante o encontro, o Comitê das Mulheres da ISP confirmou a integração da perspectiva de gênero como o desafio principal para o próximo período.

As dirigentes sindicais do Brasil também aproveitaram a reunião para debater os impactos do golpe de 2016 nos direitos e na vida das mulheres.

“Discutimos os desafios para a democracia do país, o futuro do trabalho no setor público e os retrocessos em questões trabalhistas desde o golpe de 2016, como o veto presidencial à negociação coletiva no setor público”, ressaltou Giovana. Leila Nascimento Novais Luiz, coordenadora do Coletivo Nacional da Juventude dos Urbanitários e Urbanitárias (CNJU), também participou da reunião de mulheres.

A reunião do Comitê das Mulheres foi conduzida por Denise Motta Dau, da ISP Brasil, que comentou a importância do debate sobre as consequências do golpe no Brasil, com a volta do desemprego e mais de 1,4 milhão de pessoas à situação de pobreza.

Até a próxima quinta-feira (10/5), a semana de encontros da ISP prossegue com a reunião Comitê Nacional Coordenador da ISP Brasil e SUBRAC. O presidente da FNU, Pedro Blois, está representando a categoria urbanitária.

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