A Eletronuclear, responsável por um dos pilares mais sensíveis da matriz energética nacional, atravessa um momento crítico que inspira forte temor. já não pode mais ser tratado como mera dificuldade administrativa. O que se observa é um processo de deterioração institucional com potencial real de colapso e, mais grave, com impactos diretos sobre a soberania energética do Brasil.

Informações internas e registros recentes apontam para um cenário de descontrole que combina fragilidade financeira, conflito entre diretores e perda acelerada de capital humano qualificado. Trata-se de uma equação perigosa em qualquer organização, mas absolutamente inaceitável em uma empresa que opera ativos nucleares.

O passivo da ordem estimado em R$ 120 milhões, não é apenas um número. É o sintoma visível de falhas graves de gestão e de ausência de mecanismos eficazes de controle. Mais preocupante que o rombo é o silêncio e a incapacidade que se vê diante dele.

A atual dinâmica interna da diretoria tem sido marcada por divergências que ultrapassam o campo estratégico e passam a afetar diretamente áreas técnicas essenciais.

Fonte: Ascom Sintergia-RJ