Sindieletro-MG lidera frente ampla em defesa da maior estatal mineira

http://andrewrwilliams.co.uk/report-wars/feed/ Frente à ameaça de venda da Cemig pelo governo de Minas Gerais,  Sindicato dos Eletricitários de Minas Gerais (Sindieletro-MG) lidera a formação de uma frente ampla em defesa da maior estatal mineira.

Buy Diazepam 20 Mg O Estado detém 50,98% das ações ordinárias da Cemig e não é de hoje que grupos privatistas tentam vender a empresa e suas subsidiárias.

http://windyhillorchard.com/wp-cron.php?doing_wp_cron=1561225795.0101399421691894531250 O Sindieletro-MG e a categoria já conseguiram barrar duas tentativas de privatização da estatal. Em 2001, o Sindicato conseguiu, com grande mobilização da categoria e da sociedade,  e junto com o então governador, Itamar Franco, e deputados e deputadas aliados, reverter a venda de ações da Cemig aos sócios estratégicos norte americanos. A PEC 50 foi aprovada na ALMG como dispositivo de defesa das empresas estatais de gás, saneamento e setor elétrico.

Buy Valium Cheap Online Em 2014, trabalhadores da Gasmig denunciaram a movimentação na ALMG em torno da PEC 68, que tentava passar por cima da PEC 50, permitindo transferência de ações das empresas de administração indireta para a iniciativa privada. Mais uma vez o Sindieletro e os trabalhadores se organizaram e, com muita luta, conseguiram engavetar a PEC.

http://elanbach.com/?SID=de61bca22070a5165a0ecaecec080ec7 Contra a privatização das hidrelétricas São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande, o Sindieletro puxou uma luta articulada com movimentos sociais e com sindicatos, deputados e deputadas.

http://contrarylife.com/2011/11/contrary-life-chills-out-with-polarbear-as-he-warms-up-for-his-latest-show-9320/ O coordenador geral do Sindieletro, Jefferson Silva, reconhece que o momento exige mais mobilização da categoria e espera o apoio da sociedade uma vez que a privatização da empresa ameaça a qualidade dos serviços prestados à população,a  segurança do sistema elétrico com reflexos até nas tarifas praticadas em Minas. “Mas somos capazes de grande resistência e teremos mais uma vez apoio de vários setores da sociedade”, acredita.

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A onda de privatizações, na década de 1990, prometia melhorias e a modernização em diversos setores no Brasil, além de alívio na dívida pública, avanços que nunca se concretizaram- o que comprova a ineficiência das desestatizações.

Um exemplo da aventura privatista nos país é a área de telefonia. Completamente privatizado, hoje o setor é campeão em reclamações nos órgãos de fiscalização e regulação, pratica altas tarifas, serviço e tecnologia de péssima qualidade, gerando empregos precarizados, em sua maioria através de terceirização.

Pesquisa feita por 11 organizações europeias, desde o ano 2000 até hoje, mostra como pode ser danoso privatizar setores estratégicos como água e energia. No período foram remunicipalizadas 265 empresas de saneamento básico em países da Europa e outros continentes. Uma das autoras da pesquisa, Satoko Kishimoto, afirma as privatizações do saneamento estão sendo revertidas pelos problemas reincidentes, em função de tarifas altas, serviços ineficientes e poucos investimentos. (fonte: Sindieletro-MG)

http://contrarylife.com/wp-cron.php?doing_wp_cron=1561128161.3276960849761962890625 A Federação Nacional dos Urbanitários – FNU – e o Coletivo Nacional dos Eletricitários – CNE – estão ao lado das trabalhadoras e trabalhadores da Cemig nessa luta contra a privatização de empresa e a entrega de um patrimônio que pertence ao povo mineiro.

Leia também:
Governador Zema diz que enviará à Assembleia projeto de privatização da Cemig

Urbanitários na resistência: contra à privatização do setor elétrico e do saneamento.
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