O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., admitiu nesta quarta-feira (16/5) que a adesão ao Programa de Demissão Consensual (PDC) no primeiro trimestre do ano ficou abaixo do esperado, o que fará a estatal abrir um segundo PDC até julho deste ano.

Segundo ele, houve a percepção por alguns empregados de que a privatização da Eletrobras poderia não acontecer, o que foi descartado pelo executivo. O PDC teve adesão de 735 empregados de janeiro a março de 2018, que demandaram R$ 272 milhões da companhia.

“Uma parte da não adesão são pessoas que perceberam a possibilidade de não se fazer a privatização, mas estamos bastante otimistas, (a privatização) vai à frente”, afirmou durante teleconferência para comentar o resultado financeiro da companhia no 1º trimestre de 2018, quando lucrou R$ 56 milhões, queda de 96% sobre igual período do ano passado. (fonte: agência Estado)

O único objetivo do governo Temer é precarizar a estatal e prepará-la para a privatização.

Para a FNU – Federação Nacional dos Urbanitários -. o governo trata a energia como mercadoria e avalia que os únicos que ganham com planos de demissões, que precarizam os serviços e as condições de trabalho, são os acionistas que recebem dividendos.

NÃO À PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA ELETROBRAS!
LUTA E RESISTÊNCIA!

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