Em boletim divulgado nesta quarta-feira (20/6), a AEEL – Associação dos Empregados da Eletrobras – denuncia a existência de diversas contratações milionárias, sem licitação (por inexigibilidade), causadoras de prejuízos à Eletrobras e o pior, com aval (ou subserviência) da Diretoria de Compliance e Conformidade, da área de Suprimentos e da Área Jurídica da Empresa.

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Desde a indicação do senhor Wilson Pinto Jr. à presidência da Eletrobras, com objetivo de privatizar, ou melhor, doar aos parceiros do mercado interno e externo a maior Empresa de Energia Elétrica da América Latina, foram realizadas diversas contratações milionárias, sem licitação (por inexigibilidade), causadoras de prejuízos à Eletrobras e o pior, com aval (ou subserviência) da Diretoria de Compliance e Conformidade, da área de Suprimentos e da Área Jurídica da Empresa.

. Roland Berger Consultoria – muita exclusividade, e poucas entregas;
. Banco Btg Pactual – contratando um lobo para tomar conta do galinheiro;
. Kienbaum Consultoria de RH – um “assessment” à la Pinto Junior”;
. FSB Comunicações – o contrassenso de pagar para falar mal da própria. Empresa.

Entendemos que contratações sem licitação atentam contra o Código de Ética e de Conduta da Eletrobras, além de representar ilegalidade e lhe causar prejuízos. As Entidades de Representação vão requerer a inclusão destes temas na CPI que investigará o processo de Privatização da Eletrobras, no Senado.

Por tais absurdos ou inadequações ocorridas na atual gestão da Eletrobras, dizemos:

Não a uma diretoria de Compliance e Conformidade subserviente e tendenciosa!

Não a Contratações irresponsáveis e prejudiciais a Eletrobras!

Não a superintendentes carreiristas e subservientes!

Por fim, não aceitamos para assumir o cargo de consultor geral na Eletrobras um funcionário (advogado) da AGU, pois entendemos que é desprestigiar o quadro técnico da casa que é de excelência e não tem que trabalhar para agradar aos interesses particulares do senhor Pinto Junior.

As Entidades de Representação tomarão as medidas necessárias para impedir mais essa imoralidade praticada pelo Pinto Junior, uma vez que o Ministério Público Federal determinou a demissão de todos os Artigos 37 do quadro da Eletrobras.

Leia: Aeel boletim 20.6.18

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