Em 30 de abril/21, a CEDAE foi leiloada. Duas megacorporações ligadas ao mercado financeiro arremataram três dos quatro blocos oferecidos. O leilão ocorreu em meio a uma disputa de liminares que desautorizaram o poder legislativo do Rio de Janeiro que, por meio de Decreto Legislativo, havia suspendido a venda da estatal.
A partir de trabalho de pesquisa e investigação sobre as estruturas acionárias das empresas, matérias veiculadas na grande mídia e comunicados ao mercado por parte das empresas, foram mapeados alguns dados que apontam para possíveis fraudes no leilão da Cedae. “As supostas concorrentes no leilão da Cedae, a Iguá Saneamento e a Aegea possuem controladores comuns aos controladores do Consórcio Redentor como o CPPIB e GIC e Itaú, respectivamente. O entrelaçamento entre os proprietários dos três consórcios põe em questão a ocorrência de uma efetiva concorrência no leilão, sugerindo que possa ter havido acordo prévio entre os ditos consórcios, o que configuraria fraude.” (Fonte: ONDAS)

Para entender, leia o artigo “O mercado das águas e o suspeito leilão da Cedae

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