Uma trabalhadora da Sede  conta- desmotivada- como foi a reunião no auditório em que a empresa apresentou o que chama de novo PCCR. “Muita gente nem quis ir, pois a empresa vem frustrando há anos todas as nossas expectativas der realização profissional. Quem foi ouviu de novo que a empresa não tem dinheiro para nada e que nos próximos dois anos pouca coisa deve mudar. Não vi abertura para sugestões ou para melhorias neste PCCR e acho que quem ganhou com essa história toda foi só a consultoria que fez o plano”.

Durante a reunião com entidades, realizada na última quinta-feira, dia 1º, a direção do Sindieletro cobrou a tabela de enquadramento salarial que a empresa disse que adotará  a partir de abril mas a solicitação não foi atendida.

Na avaliação da direção do Sindieletro, é preciso que a categoria mantenha a mobilização para tirar a direção da Cemig do comodismo e forçar a construção de um PCCR justo e que reverta a tendência dos concursados abandonarem a empresa  em busca de perspectivas na carreira.

 

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