📢📢📢 GREVE
O quarto dia de greve dos eletricitários de Minas Gerais será marcado por mais uma manifestação de rua em Belo Horizonte nesta quinta (2/12), a partir das 12h – um ato unificado contra a privatização CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais).
➡️ Trabalhadores da Cemig e movimentos populares ocuparam a sede da empresa na segunda-feira (29/11). A ação permanece com dezenas de pessoas no saguão da empresa.

O quarto dia de greve dos eletricitários de Minas Gerais será marcado por mais uma manifestação de rua em Belo Horizonte. Acontece nesta quinta (2), a partir das 12h, um ato unificado contra a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). O endereço é Avenida Barbacena, número 1200, bairro Santo Agostinho.

A manifestação conta com a presença de Guilherme Boulos, dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), e faz parte da agenda de lutas construída pelos movimentos populares , em parceria com o Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro), contra a política de desmonte da Cemig e pela garantia de direitos dos trabalhadores da empresa.

Em nota, o Sindieletro afirma que “a estatal está sendo desmontada pelo governo para ser privatizada e é alvo de uma CPI na Assembleia Legislativa que aponta várias irregularidades cometidas pelos gestores indicados pelo governador, grande parte deles constituída de paulistas”.

Os eletricitários, que estão em campanha salarial para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, também denunciam que a gestão da empresa, nomeada pelo governo estadual, se nega a negociar com a categoria e propõe a retirada de direitos.

Sede da Cemig está ocupada

Movimentos populares e sindicais ocuparam a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), na manhã de segunda-feira (29). A ação ainda permanece e dezenas de pessoas permanecem no saguão da empresa.

A ocupação tem o objetivo de denunciar os ataques do governo de Romeu Zema aos direitos dos trabalhadores, bem como a tentativa de privatização da estatal. Os manifestantes pedem a redução da tarifa de energia e defendem a greve dos trabalhadores da empresa. (fonte: Brasil de Fato)

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