30/09/2015

STIUPB realizou encontro de Formação Sindical

por: STIUPB

A diretoria do STIUPB está promovendo o curso para os Delegados de Base e Diretores sindicais da Regional Borborema em Campina Grande com a proposta de formação sindical voltada à preparação dos dirigentes para que, melhor preparados, possam conduzir os interesses da categoria.

Dispostos a entender sobre os objetivos de um sindicato e a representação da entidade em suas vidas, cinquenta dirigentes estão participando do curso que teve início ontem (17/09) e terminará na tarde de hoje (18/09). O evento acontece na sede do sindicato em Campina Grande e posteriormente será realizado nas demais regionais da CAGEPA.

Nossa tarefa é mostrar aos participantes a importância da educação e da mobilização como instrumento de transformação do País. Segundo o presidente da entidade, Wilton Maia. “É gratificante saber que estamos plantando a semente da mudança em cada trabalhador que participa do curso”, destaca.

Na manhã de ontem (17/09) contamos com a participação do professor da UFCG Hermano Nepomuceno que falou sobre a história da formação e desenvolvimento da sociedade brasileira, no expediente da tarde o momento foi coordenado por Emerson Lira representante do Movimento Luta de Classes que apresentou uma análise da conjuntura econômica e política do Brasil.

Hoje pela manhã foram discutidos os problemas que assolam os trabalhadores e trabalhadoras da CAGEPA, qual saída daremos buscando soluções, assim, o coletivo foi dividido em três grupos que debateram em separado e em seguida apresentaram um breve levantamento com proposta que serão encaminhadas para diretoria da CAGEPA.

No expediente da tarde de hoje (18/09), haverá uma palestra com nosso departamento jurídico, que apresentará um extrato de nossa ações coletivas e individuais, concluindo assim nosso curso de formação sindical.

 

29/09/2015

Audiência pública na Câmara de Vereadores de Pelotas aborda a privatização das estatais

por: Sindiágua-RS

 

No fim da tarde do dia 28 de setembro, o SINDIÁGUA participou de audiência pública realizada na Câmara de Vereadores de Pelotas.

Na oportunidade, a população – que lotou as dependências da Câmara – foi alertada sobre os malefícios da privatização da CEEE e Corsan.

O tema abordado pela audiência foi proposto pelo vereador Tenente Bruno (PT).

 

 

 

23/09/2015

Urbanitários e Eletrobras conseguem redução de reajuste em Plano de Saúde

Participação do Sindicato dos Urbanitários nas negociações garantiu a redução do índice de reajuste no Plano de Saúde dos funcionários da Eletrobras Distribuição Alagoas

Após algumas rodadas de negociação, sem o fechamento de um acordo, entre a Eletrobras Distribuição Alagoas e a Unimed/Aliança Administradora para o reajuste sobre os Planos de saúde dos trabalhadores/as da holding, a participação do sindicato dos Urbanitários na negociação fez com que o índice obtivesse uma redução de 19,28% (proposta inicial Unimed/Aliança) para 14,95% (índice acordado após a participação do sindicato).

A Diretoria de Gestão da Eletrobras Alagoas reitera a “participação do sindicato de fundamental importância para a redução do índice proposto”. Argumentando de forma pertinente e, evidenciando a evasão que aconteceria de vários trabalhadores/as para outros planos de saúde se o índice inicial fosse mantido, o sindicato junto com a empresa, conseguiram reverter a aplicação do índice de 19,28% proposto pela Unimed/Aliança.

Em nota, a Diretoria de Gestão da Eletrobras Alagoas “ entende ser importante a participação do sindicato nas negociações do Plano de Saúde, logo adotaram todos os cuidados para que este lapso não se repita. Afinal, a presença do Sindicato dos Urbanitários por sua força e representatividade, em muito tem a contribuir para o processo”, enfatiza a nota.

Para os Urbanitários, reascende o sentimento de dever cumprido junto aos trabalhadores/as da Eletrobras e sua luta constante por melhores condições de trabalho e de vida.

Reconhecidamente fortalecido, o sindicato reafirma sua batalha e seu compromisso em prol dos direitos trabalhistas fundamentais para todos/as os/as trabalhadores/as de forma integral e efetiva.

 

23/09/2015

Luta pelo fim da terceirização não vai calar

por: Sindieletro-MG

 

No dia 12 de setembro um acidente grave mutilou Adilson Marques de Brito, 33 anos, que ainda está internado em estado grave no Hospital Pronto Socorro João XXIII. Por isso, o Sindieletro, dentro da sua legitimidade em defesa dos interesses dos trabalhadores, realizou um protesto indignado na semana passada, dia 14, segunda-feira. Foi um ato carregado de emoção pelas vidas que continuam sendo mutiladas e perdidas por causa da terceirização.

O presidente da Cemig, Mauro Borges, e o governador Fernando Pimentel, têm plena consciência que esses acidentes não são fatalidades mas, sim, consequências da terceirização. Por isso, eles se comprometeram publicamente com o fim desse processo que precariza, mutila e mata trabalhadores. Mas, passados mais de oito meses da posse, a nova gestão da Cemig não fez nada.

Até o momento, a atual gestão descumpriu a promessa de chamar imediatamente 1.500 eletricistas do concurso em aberto, interrompeu a mesa temática que iniciou o debate, e que, timidamente, propôs chamar para treinamento 116 trabalhadores.

O próprio Mauro Borges havia dito que, até o final de agosto, faria uma proposta “mais avançada” do que o Acordo Específico de Primarização apresentado pela categoria.

No entanto, a diretoria da Cemig foi rápida e coesa para defender o que chamou de ataques ao diretor de Distribuição e Comercialização, Ricardo Charbel. Reafirmamos que toda a direção da Cemig tem grande responsabilidade sobre essa situação, pois a gestão tem o dever de agir para garantir a segurança dos trabalhadores e, como dissemos, eles têm a consciência de que a terceirização é a causa maior dos acidentes.

Mais uma vez, estranhamos a manutenção do diretor Ricardo Charbel, que apoiou e foi responsável, junto com outros da antiga gestão, por implantar e expandir a terceirização na Cemig. Alguém acredita que esses gestores irão apoiar o fim da terceirização? Reforçamos que vamos seguir firmes na luta contra a terceirização.

Esse caminho equivocado de pressão, ameaças e ações judiciais para
intimidar os eletricitários, o PSDB já tentou por 12 anos e nós resistimos. Exigimos que cumpram a palavra e que retornem com o diálogo, sem enrolação, com propostas claras para pôr fim à terceirização de atividades-fim na Cemig. Nosso movimento só vai parar quando a Cemig assinar o acordo e primarizar.

2015 já tem quatro acidentes fatais

Só este ano, quatro trabalhadores de empreiteiras morreram prestando serviços para a Cemig. Em janeiro, o eletricista da Engelmig Elétrica, Cláudio Gomes da Silva, morreu num acidente, na região do Jequitinhonha/Almenara. Em fevereiro, o leiturista da Setel, Leean Leenyker Silva Ferreira, de 24 anos, morreu em decorrência de acidente em Uberaba.

O eletricista Pedro Murilo Santos Batista, da Eletro Pedro, de 28 anos,
perdeu a vida num acidente com choque elétrico em Pirapora. Em junho, o eletricista que prestava serviços para a Cemig pela ARJ Engenharia, Antônio de Souza Barbosa, de 27 anos, morreu após acidente sob a Linha de Transmissão 1 – Jaguara, em Bom Despacho.

 

 

18/09/2015

Urbanitários pressionam por reunião com diretor-presidente da Casal

por: Ascom Urbanitários.

 

Após protocolar oficio solicitando uma reunião com o diretor-presidente da Companhia de Saneamento de Alagoas – Casal – no dia 08/09, o sindicato dos Urbanitários de Alagoas vem pressionando para que este momento aconteça o mais breve possível.

Na pauta da reunião com o diretor-presidente Wilde Clécio Falcão de Alencar está a Parceria Público Privada (PPP). Alvo de denúncia de prejuízo por parte deste sindicato já que a população alagoana vai ser mais uma vez prejudicada com a celebração da PPP: nos mesmos moldes da PPP de Arapiraca, que dá prejuízo mensal gigantesco à Companhia, está sendo preparada esta nova parceria.

Outra pauta emergente na reunião são as diversas pendências em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) aprovado pela assembleia da categoria em abril e até o momento não efetivada para a maioria dos trabalhadores/as dos SAAE’s. No tocante a este ponto, o sindicato vem atuando junto a PRT para efetivar audiências de mediação que garantam o cumprimento do ACT 2015/2017 negociado e aprovado.

O sindicato vem lutando paulatinamente para que todos/as trabalhadores/as do setor de saneamento do estado de Alagoas possam usufruir dos direitos pleiteados e conquistados através da luta e mobilização.

 

 

09/09/2015

SAAE de Estância: direção da autaraquia se contradiz
por: Sindsan

 

A direção do sindicato estranhou quando as negociações com a direção do SAAE de Estância foram interrompidas de forma unilateral pela direção daquela autarquia, mostrando assim que não é adepta do diálogo e alegando, como sempre fez, a eterna falta de recursos. Além disso, condicionando o reajuste salarial dos trabalhadores ao aumento da tarifa de água, jogando sempre a discussão para a Câmara de Vereadores local.

A direção do SAAE se contradiz  quando alega a falta de verbas, quando se vê a autarquia adquirir novos veículos, alguns dos quais não são destinados à atividade fim do órgão, e sim para servir como veículo de uso pessoal, colocando em segundo plano um serviço que já não é visto com excelência por grande parte da população estanciana, pois a falta de água acontece praticamente todos os dias.

A direção do SAAE alega falta de dinheiro para aquisição de novas bombas; no entanto, denúncias chegam ao sindicato apontando que o número de cargos em comissão não para de crescer, com esses ganhando uma boa soma no final do mês.

O SINDISAN insiste em saber o custo total da folha de pagamento do órgão e o quantitativo de cargos em comissão, informações estas que deveriam estar abertas a toda a população por força de lei federal; no entanto, a atual direção sempre nega, dizendo se tratar de informações confidenciais. Não são.

Enquanto isso, o SAAE só definha. Os seus trabalhadores estão há três anos sem exames médicos periódicos, o que constitui falta grave, passível de sofrer penalidades perante o Ministério do Trabalho e Emprego.

Até agora não foi constituída uma CIPA, não existe técnico de segurança e tantas outras mazelas que o SINDISAN vem denunciando e que a direção ignora. Além de tudo isso, ainda ameaça os trabalhadores que não aceitam essas aberrações como coisa normal.

Ganham corpo na cidade notícias – ainda não confirmadas – de que o SAAE estaria emprestando uma quantia considerável de recursos para a Prefeitura do Município. Mais uma contradição. Como explicar atitudes como essa, já que o SAAE sempre alega falta de recursos financeiros para prestar um serviço de qualidade para a população?

Atos como esses, adotados pela direção atual, não são casuais ou isolados; muito pelo contrário, são todos deliberados e friamente calculados por quem tem outros interesses para com a  autarquia.
Prestando um péssimo serviço à população e sucateando cada vez mais o SAAE de Estância, talvez essa diretoria consiga jogar a população contra os trabalhadores, que são também tão vítimas quanto os usuários.

Agindo assim, esses diretores, supostamente, teriam argumentos para justificar uma Parceria Público Privada (PPPs), pouco se lixando para a população, que no início até poderia perceber pequena melhora nos serviços, mas com o passar do tempo, lembrará com saudades da época em que o SAAE pertencia ao povo e que, para funcionar com qualidade, bastaria ter pessoas na direção isentas de influências políticas nefastas. Hoje em dia, infelizmente, essas influências tomam conta dos órgãos públicos.

 

 

09/09/2015

Sindeletro convida trabalhadores da Chesf para palestra sobre construção da PLR 2015

por: Sindeletro-CE

 

Na próxima terça-feira (15/9), a partir das 14h, o Sindeletro promoverá uma palestra no Espaço de Convivência da Chesf (Sede GRN), em Fortaleza, para discutir a construção da PLR 2015 do Sistema Eletrobras. O evento contará com a participação da diretora do Sindeletro e representante da Frune Luciana Fonseca, do engenheiro da Eletronuclear e representante da Fisenge Gunter Angelkorte e da economista do Dieese Cristiane Garrido. Todos integram a Comissão Paritária da PLR, que abrange sindicatos e empresas do grupo Eletrobras.

A Comissão foi criada após o fechamento da PLR 2014, em junho, com a missão de discutir a cada ano os detalhes de seu pagamento. Isto porque, à época, sindicatos e Eletrobras aprovaram apenas o modelo de pagamento, deixando todos os detalhes para serem definidos anualmente. Os trabalhos da Comissão iniciaram em julho e seus primeiros resultados serão compartilhados com a base da Chesf no Ceará no dia 15 de setembro. Contamos com a participação de todos.

 

 

08/09/2015

Cosanpa em Tailândia está sem gerência há 5 meses

A Cosanpa em Tailândia está sem gerência desde março. Quem está à frente da empresa naquele município é uma trabalhadora quarteirizada, contratada pela prefeitura.
De acordo com denúncias, a Cosanpa não paga esta quarteirizada desde janeiro. A prefeitura vinha pagando na esperança de ser ressarcida.
Mas, sem reembolso, em junho a prefeitura parou de pagar. Conclusão, dois meses sem salário e sem gerência.

 

 

 

03/09/2015

GREVE NA CERB É SUSPENSA E CATEGORIA AGUARDARÁ JULGAMENTO DO DISSÍDIO. HEROISMO REVELA UM GOVERNADOR TIRANO

por: SINDAE-BA

 

Depois de 58 dias de bravura, enfrentando a truculência e arbitrariedade do governo estadual e da empresa, os (as) empregados (as) da Cerb decidiram, em assembleia na última terça (1º), suspender a greve, manter a mobilização e rejeitar a proposta de acordo coletivo. A outra decisão é de aguardar o julgamento do dissídio coletivo pela justiça. Já nesta quinta (3) haverá reunião no Sindicato, entre dirigentes sindicais e trabalhadores (as), para a discussão de novas estratégias de luta.

O heroísmo da categoria foi traço marcante na paralisação e também serviu para revelar a tirania do governador Rui Costa. Durante todo o processo de negociação procurou dificultar o acordo coletivo, renegando seu passado de sindicalista e assumindo postura de inimigo de trabalhadores (as). Também mandou a polícia militar reprimir o movimento e, no final, ameaçou até com a extinção da Cerb.

O desrespeito do governador, sob cumplicidade da diretoria da empresa, extrapolou todos os limites. Propostas eram feitas e logo em seguida modificadas. Zombaram até da proposta de acordo feita pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Valtércio de Oliveira. Não deram resposta, configurando também num desrespeito à Justiça.

O que sobrou das propostas do governo e da empresa é de reajustar o salário em duas parcelas, sendo 4,5% agora retroativos a maio e 3,51% em novembro, sem retroatividade, auxílio alimentação passando de R$ 143,00 para R$ 150,00 incorporados ao salário, metade dos dias parados abonados e metade compensados com o pagamento saindo em folha complementar até o próximo dia 10. Os tíquetes refeição retidos ficaram de ser distribuídos imediatamente.

Também querem mudar o plano de saúde, mantendo a operadora privada mas aplicando a tabela de custeio do Planserv e incluindo R$ 314,00 no salário dos (das) trabalhadores (as). No Prêmio Aposentadoria, também pretendem alterar as regras: até 30 de abril paga o benefício solicitado, as parcelas da rescisão, mais a multa de 40% sobre o saldo do FGTS. Depois desse prazo, o pagamento do prêmio fica condicionado ao desligamento do serviço e não será paga a multa de 40%.

 

 

02/09/2015

ACE da primarização: Cadê a proposta, Mauro Borges?

por: Sindieletro-MG

 

Terminou na segunda-feira, 31 de agosto, o prazo estipulado pelo próprio presidente da Cemig, Mauro Borges, para apresentar a proposta da empresa de Acordo Coletivo da primarização. O prazo foi dado na reunião do dia 30 de julho, na presença dos deputados estaduais Marília Campos e Rogério Correia, representando a bancada do Partido dos Trabalhadores, e de representantes do Fórum de Debates da Cemig.

A reunião do dia 30 de julho com Mauro Borges foi tensa. Buscamos mostrar para a nova diretoria da Cemig que o compromisso de campanha do governador Pimentel, de convocação imediata de 1.500 eletricistas do concurso em aberto, tinha a intenção de cobrar da empresa que mostrasse, na prática, que realmente vai mudar os rumos da terceirização. Ter trabalhadores treinados e prontos para assumir as tarefas obrigaria a Cemig a mudar contratos e previsões orçamentárias e estabelecer o início da primarização.

Avisamos que os superintendentes e gerentes reagiriam boicotando a medida, afinal a maioria deles promoveu, e foi promovida, com a política de terceirização. Lembramos que os prazos já estavam sendo descumpridos, a Mesa Temática de Primarização tinha acertado de apresentar respostas até o dia 20 de maio, mas nunca mais se reuniu. Nem mesmo os minguados 118 trabalhadores, que os representantes da empresa disseram que poderiam ser treinados na Escolinha de Sete Lagoas, foram chamados.

Reapresentamos e cobramos resposta à proposta de Acordo Coletivo de Trabalho Específico de Primarização, aprovado pela categoria. Os trabalhadores basicamente propõem a contratação anual de 3.000 eletricitários, até o fim da terceirização das atividades-fim, e transparência e garantias aos eletricitários na contratação de serviços de atividades-meio que não forem primarizadas.

O presidente reagiu, afirmando que ele estava assumindo diretamente a responsabilidade sobre a primarização, que estava fazendo um planejamento muito mais amplo, e que apresentaria, até o final de agosto, uma proposta de acordo, inclusive mais avançada, do que o ACE proposto pelos trabalhadores.

Esperamos para ver… Mas sabíamos que dificilmente o presidente conseguiria cumprir sua intenção. A terceirização está alicerçada na Cemig, as empreiteiras se entranharam na estrutura da empresa. Todas as semanas o Chave Geral apresenta denúncias que nunca são respondidas. Sabemos que a gestão apresentaria pareceres técnicos e jurídicos distorcendo argumentos e torturando números, para justificar os contratos. E quanto mais o tempo passa, mais a nova direção vai se acostumando com os acidentes, com a precarização do trabalho, com a baixa qualidade dos serviços, e com o alto custo da falta de eficiência. A cada dia, a nova direção mais se parece com a velha.

Alguns trabalhadores, desanimados, cobram do Sindicato: “Eu disse que nada ia mudar”; “Não adianta, PT ou PSDB, é tudo igual”.

A diretoria do Sindieletro reafirma o princípio de autonomia e a liberdade sindical, e lembra que o governador Pimentel é que tem compromisso assinado com a Central Única dos Trabalhadores – CUT – de pôr fim à terceirização de atividades-fim na Cemig. Já se passaram oito meses e estamos cobrando a palavra do presidente Mauro Borges e do governador Pimentel, não com o sentido de “eu sabia”, mas buscando mostrar que, se esta gestão é diferente de fato, e tem a determinação de cumprir esse compromisso, deve assinar o Acordo e impor para a empresa a mudança de paradigma.

Retroativo dos 3%

Esta diretoria da Cemig está pisando na bola  com a categoria sobre o retroativo dos 3% do aumento real; o prazo para a primarização se encerrou em 31 de agosto; em 28 de outubro tem o leilão das usinas; e 1º de novembro termina a data-base.

O Sindieletro espera que esta diretoria da Cemig cumpra sua palavra e faça diferente, mas, para os trabalhadores desanimados, o Sindicato tem outro recado: Faça a diferença e venha para a luta!

Sindieletro, CUT e deputados cobram resposta

A direção do Sindicato enviou ofício para o presidente Mauro Borges cobrando a resposta sobre a proposta de ACE da primarização, lembrando do seu compromisso de responder até o mês de agosto. Também os deputados estaduais, Marília Campos e Rogério Correia, querem resposta. Em nota conjunta, encaminhada para o Sindieletro, eles manifestaram apoio à pauta de reivindicações dos eletricitários, especialmente a da luta contra a terceirização.

“Também apoiamos as reivindicações de valorização da carreira e o fortalecimento dos canais de negociação e comunicação entre a empresa e o Sindicato. O nosso papel é mediar para que o diálogo e a negociação avancem, destacaram.
O 12º Congresso Estadual da CUT aprovou moção, cobrando do Governador Pimentel que cumpra com os compromissos assumidos com a Central de combater a terceirização.

 

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