Notícia publicada pela agência Reuters, no último dia 21 de junho, aponta que a confiança na Eletrobras parece estar desaparecendo. “Dada a complexidade regulatória envolvida e as características do ambiente político pré-eleitoral, nós não recomendamos entrar no papel neste momento”, diz Adeodato Volpi Netto, estrategista chefe da Eleven Financial.

O ceticismo ocorre em meio ao crescente desconforto em torno da venda da estatal, um acordo que o governo espera que aconteça este ano, antes da eleição presidencial de outubro.

Segundo os analistas, a Eletrobras foi a joia da coroa do programa de privatização divulgado no ano passado, o maior de uma década, com 57 ativos destinados a leilão. Na época, o governo disse que esperava faturar pelo menos R$ 40 bilhões até dezembro de 2018.

“Achamos improvável a privatização neste ano”, disse Christopher Garman, diretor do Eurasia Group para as Américas, em entrevista. “Não deve sair no Congresso neste ano.”

De acordo com dados compilados pela agência Bloomberg, os analistas reduziram seu preço-alvo consensual de um ano para a ação em quase 7% nos últimos três meses. O leilão marcado para venda das distribuidoras de propriedade da Eletrobras marcado para 26 de julho pode se provar um catalisador de curto prazo, disse Kaique Vasconcellos, do Banco Safra.

“É um um evento muito complicado de precificar. Não dá para confiar” que o Congresso aprovará a privatização, diz Vitor Suzaki, analista da Lerosa Investimentos. (com informações: agência Reuters)

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