Na semana passada o Sindieletro lançou a campanha “Não vale privatizar!”, voltada à defesa das nossas estatais e empresas públicas contra as propostas de privatização.

Agora, trazemos um conjunto de denúncias que não somente justificam, mas também trazem a clareza de que estamos do lado certo da história, lutando pela justiça que a sociedade e o povo merecem.

A gestão da Cemig, nos últimos tempos, tem realizado movimentos claros que demonstram que segue a todo vapor a proposta do Governo Zema de vender a maior empresa pública do nosso Estado.

O que eles chamam de sanear, nós, trabalhadores e trabalhadoras, denominamos como sucatear: o fechamento de localidades sem apresentação de qualquer estudo de viabilidade para o atendimento à população; projetos de venda de importantes bases operacionais; planos de desligamento em massa, sem perspectiva de recomposição do quadro, entre outros.

Não bastassem esses ataques, recebemos mais denúncias graves sobre a gestão da Cemig: há, em curso, um estudo para o encerramento das atividades da Usina Térmica de Igarapé; e a terceirização da inspeção de linhas e redes aéreas, que passariam a ser feitas por meio de drones.

Nesse contexto, companheiros e companheiras, vocês ainda têm dúvidas sobre quais as intenções de Zema e da sua equipe para a Cemig? A lista – resumida – ao lado é quase uma receita antes das privatizações: sucatear, precarizar, baratear e entregar tudo o que for possível, para depois vender.

Por isso, fazemos um chamado, uma convocação. Como eletricitários e eletricitárias, nossa missão é defender a Cemig. Mostrar que a privatização não vale a pena para nós, trabalhadores e trabalhadoras; Não vale para a sociedade, que vai pagar a conta e receber serviços piores. E não vale pena para o Estado, que abre mão do seu patrimônio!

Fonte:Ascom Sindieletro-MG

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