Nesta quinta-feira, 27 de setembro, a companhia realiza o leilão de venda de participações em 71 sociedades de propósito específico (SPEs),

A Eletrobras contratou uma consultoria para auxiliar na elaboração do próximo plano de negócios, a fim de debater diversos cenários para o futuro da companhia, a depender dos resultados das eleições presidenciais.

“É importante fazer um debate mais aprofundado deste período que vivemos e dos cenários para o futuro”, disse Wilson Pinto Junior, presidente da estatal.

A versão atual do plano diretor de negócios e gestão da companhia, que aborda o período 2018-2022, prevê investimentos de R$ 19,7 bilhões nesse horizonte.

O próximo plano de negócios deve tratar do período de 2019 a 2023, ultrapassando a duração do mandato do próximo presidente da república.

Nesta quinta-feira, 27 de setembro, a companhia realiza o leilão de venda de participações em 71 sociedades de propósito específico (SPEs), que terão preço mínimo de R$ 3,1 bilhões.

Venda das distruidoras

Segundo o presidente, a venda das distribuidoras Amazonas Energia e Ceal (Alagoas) também são pendências que devem ser resolvidas até o fim do ano, assim como a transferência do controle das concessionárias privatizadas recentemente: Cepisa (Piauí), Boa Vista (Roraima), Ceron (Rondônia) e Eletroacre.

Com relação ao próximo plano de demissão voluntária, chamado de Plano de Demissão Consensual (PDC), Pinto Júnior afirmou que ele será lançado em 15 de outubro e terá período de duas semanas para adesão. Segundo o executivo, o potencial de adesões da iniciativa é de 2.400 funcionários. A companhia estima economia de R$ 1 bilhão com a medida. Até o momento, a Eletrobras já contabilizou o desligamento de 3 mil funcionários com etapas anteriores do plano de demissões e aposentadoria incentivadas.

O plano de demissão também coincide com a mudança de endereço da sede da Eletrobras, no Rio de Janeiro (com informações: Valor online)

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