O líder do governo na Câmara, Vitor Hugo (PSL/GO), busca apoio de deputados para a  , mas segue enfrentando resistência ao projeto entre lideranças partidárias, destaca a Folha, nesta segunda (22).

— O governo calcula que a capitalização e os novos contratos de outorga possam gerar ganhos para a União de R$ 16 bilhões. A privatização foi diversas vezes colocada pelo Ministro Paulo Guedes como prioritária, inclusive na resposta à crise de saúde pública provocada pela covid-19, o que desagradou parlamentares.

— “É difícil prosperar, não necessariamente pelo tema privatização (…) “Há também o receio de que nosso patrimônio fosse desvalorizado bem aquém do que poderia atingir mais adiante”, afirmou o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB) à Folha.

— Sem crise, o governo já enfrentava resistência, especialmente no Senado Federal, o que desestimulava os deputados federais, até mesmo os que apoiam a privatização, a buscar uma saída para o projeto.

— No Valor, destaque para a aproximação de Guedes com o Centrão, o bloco que passa a participar do governo Bolsonaro, em meio às negociações por cargos e participação na execução do orçamento da União. Aliança que levou até mesmo a criação de um ministério, para o PSD.

— Além do marco legal do saneamento, que avançou no Senado, prioridades de Guedes são a nova Lei do Gás (Câmara dos Deputados) e a reforma tributária discutida entre as duas casas.

Fonte: EPBR

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