Estamos buscando uma negociação desde a entrega da pauta, no dia 13 de agosto de 2019. Nossa campanha de ACT 2019/2020 nunca teve tanta coerência ao escolher o lema #NãoValePrivatizar para ilustrar a luta deste fim de ano – afinal de contas, a ameaça da privatização caminha junto com as tomadas de decisão da gestão da Cemig ao longo destes meses.

A proposta apresentada pela empresa interessa somente aos engajados na privatização da Cemig. Reduzir a folha de pagamento; reduzir o percentual da hora extra – como política de prorrogação de jornada, conforme apontado por trabalhadores – e reduzir o passivo trabalhista na canetada são formas de mitigar o custo e o valor da empresa, numa possibilidade de venda.

O governo Zema, aliado ao presidente da Cemig, Cledorvino Belini, orquestrou diversas mudanças na estrutura da empresa com o objetivo de reduzir custos. As medidas foram várias: aproximadamente 50 localidades foram fechadas, incluindo o São Gabriel, além da reestruturação interna, que destituiu 42% dos cargos de gestão. Também houve a desativação da usina termelétrica de Igarapé. Como podemos ver, a agenda privatista segue seu caminho dentro do Acordo Coletivo de Trabalho.

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