A gestão da Cemig apresentou na última quinta-feira, 11 de outubro, a proposta da Companhia para o Acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) exercício 2019, com pagamento previsto para 2020.

Desde então, a diretoria do Sindieletro, assessorada pelo Dieese, efetuou a análise dos aspectos políticos e econômicos da proposição para trazer à categoria.

Após três reuniões, a proposta da empresa continua com vícios e problemas que já foram alvos de críticas e cobranças dos trabalhadores. Entre eles, a distribuição 50% linear e 50% proporcional aos salários; e a definição do montante em 4% do lucro líquido da Companhia, antagonizando com a reivindicação da categoria, que é de calcular o percentual sobre o Lajida (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização).

Outro problema notado pelo Sindieletro foi o aparecimento de três novos indicadores (FER*, DPV** e IGIT***) na proposta, inclusos sem qualquer debate prévio nas reuniões que aconteceram até o momento.

Por isso, nas próximas semanas o Sindicato estará nas bases para discutir e debater a íntegra da proposta com a categoria. Estejam atentos ao calendário e participem das reuniões.

 NEGOCIAÇÃO COLETIVA

Apesar de ter apresentado a proposta da PLR 2019, a gestão da Cemig continua devendo na discussão sobre a recomposição da remuneração para os trabalhadores (as) que não receberam a PLR 2017. O Sindieletro já fez o debate com os representantes da empresa, que entenderam a importância dessa verba como forma de fortalecer o orçamento das famílias eletricitárias.

Entendemos a necessidade do debate sobre a PLR 2019, mas deixamos claro que não esquecemos a discussão sobre recomposição da remuneração de cerca de 95% da categoria.

Fonte: Ascom Sindieletro-MG

 

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