Preocupado com o aumento de casos de Covid-19 na Paraíba e sempre pensando no trabalhador, o Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (Stiupb), encaminhou documento ao diretor-administrativo e financeiro da Cagepa, Jorge Gurgel de Souza, no mês passado, reivindicando que sejam adotadas medidas complementares para proteger os funcionários e prestadores de serviços da Companhia.

No documento assinado pelo presidente Wilton Maia Velez,o Sindicato justifica da necessidade dessas medidas, notadamente após o surgimento do novo subtipo da variante Ômicron.

O Stiupb entende que a Cagepa necessita adotar nova metodologia de enfrentamento à Pandemia do Coronavírus.

Importante destacar que no ano passado, o Stiupb apelou ao Governo da Paraíba para que o trabalhador fosse contemplado com a vacina, principalmente o que atua diretamente com a população. O pleito foi atendido algum tempo depois.

Confira abaixo o que foi pleiteado pelo Sindicato à Cagepa:

1. Implementar, dependendo da função exercida dos funcionários, jornadas ininterruptas de 6h, nos locais internos do setor administrativo, visando reduzir as concentrações de funcionários nos locais de trabalho;

2. Implementar, escalas de trabalho de 12hx36h (12 horas trabalhadas por 36h de folga) no setor de manutenção, visando reduzir as concentrações de funcionários nos locais de trabalho;

3. Implementar, no setor operacional a escala de trabalho de 24hx72 (24 horas trabalhadas por 72h de folga), visando reduzir as concentrações de funcionários nos locais de trabalho;

4. Adotar, dependendo a função exercida, medidas que permitam o trabalho em regime parcial denominado “home office”, diminuindo sensivelmente a chance de contaminação dos funcionários sem prejudicar a produtividade da empresa, principalmente os que considerados “grupos de risco” ou que estejam doentes por algum tipo de moléstia, visando o mais rápido restabelecimento da saúde e bem estar do funcionário.

O Stiupb espera que a diretoria da Cagepa seja sensível à demanda formulada: “Estamos vendo diariamente que o trabalhador está se expondo demais, correndo sérios riscos de um grave quadro de pandemia dentro da companhia”, disse Wilton Maia.

Fonte: Ascom STIUPB