17/03/2017

Calendário de atividades da Frente Parlamentar em Defesa da Previdência Social

por: FNU

O Senador Paulo Paim, Vice-Presidente da CDH do Senado, em parceria com a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora e a Frente Ampla pelo Brasil realizará Audiência Pública em alguns Estados para debater sobre “As Reformas da Previdência e Trabalhista”.

Calendário prévio:

24/03 às 09:00 – Natal/RN

Instituto Federal do Rio Grande do Norte – IFRN Campus Natal-central (Av. Sen. Salgado Filho, nº 1559 – Tirol, Natal/RN)

24/03 às 14:00 – João Pessoa/PB

Auditório do SINTTEL (R. Rodrigues de Aquino, nº 250 – Centro – João Pessoa/PB)

31/03 às 09:00 – Curitiba/PR

Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Praça Nossa Sr.ª do Salete, S/N – Centro Cívico, Curitiba/PR)

03/04 às 09:00 – Florianópolis/SC

Plenário Osni Régis da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Palácio Barriga Verde – R. Dr. Jorge Luz Fontes, nº 310 – Florianópolis/SC)

27/04 São Paulo/SP

Local e horário a definir

27/04 Belo Horizonte/MG

Local e horário a definir

28/04 Salvador/BA

Local e horário a definir

18/05 Recife/PE

Local e horário a definir

19/05 Maceió/AL

Local e horário a definir

09/06 Fortaleza/CE

Local e horário a definir

 

16/03/2017

Eletricitários baianos mostram força no dia nacional de luta contra as reformas

por: Sinergia-BA

A resposta dos eletricitários baianos não poderia ser outra. Em todo estado, os trabalhadores mostraram indignação e aderiram maciçamente ao chamado do Sinergia para a protestar no dia de hoje contra as reformas temerárias, que retiram direitos dos trabalhadores e resulta em retrocesso no país.

Na Coelba sede, a participação da categoria foi intensa em apoio a direção do sindicato, que aproveitou para realizar assembleia específica sobre demandas dos coelbanos. No interior, a pegada foi a mesma. Itabuna, Conquista, Feira, Barreiras e Juazeiro, por exemplo, reuniram os trabalhadores e mostraram a disposição para a luta contra as medidas do governo.

Já os chesfianos tem motivos em dobro para estarem atentos contra o governo golpista de Temer. Na reunião de conciliação realizada ontem, 14, no TST, a holding além de não aceitar qualquer proposta de mediação, mostrou que não está nem um pouco preocupada com os eletricitários. Para se ter ideia, a Eletrobras não mandou representante com poder de decisão para a audiência. Na última semana, os chesfianos foram surpreendidos com a proposta danosa  para o PAE.

“Esse conjunto de situações revolta os trabalhadores e prova a marca deste governo. Estamos dando uma resposta a todas estas investidas perversas”, destaca o coordenador geral do Sinergia Paulo de Tarso.

Na tarde desta quarta, 15, os trabalhadores vão realizar uma grande caminhada pelo centro da cidade em protesto contra as reformas. Estaremos presente na luta! E rumo à vitória!

 

06/03/2017

Semana de Assembleia Geral e mobilização contra o governo Sartori

por: Sindiágua-RS

O SINDIÁGUA convoca os trabalhadores e as trabalhadoras da Corsan para, na próxima sexta-feira (10), participarem de mais uma Assembleia Geral. Na pauta, a Campanha Salarial 2017/2018. A Assembleia tem início às 8h30min em primeira chamada e será realizada no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, em Porto Alegre.

Após as deliberações da Assembleia, será realizado, em frente ao Palácio Piratini, um Ato Público contra a Privatização, Concessão do Saneamento Básico no RS através das PPP’s e o Desmonte do Serviço Público pelo Governo Sartori.

Em seguida, os trabalhadores e trabalhadoras irão até a sede da Corsan para uma manifestação contra os atos de gestão da atual diretoria da Companhia, conforme deliberado no Encontro Estadual de Representantes Sindicais.

 

06/03/2017

O momento é de mobilização contra a privatização da Cosanpa

por: STIUPA

Privatização da Companhia de Saneamento do Pará está sendo tratada como prioridade pelo governo golpista
Os governos golpista de Temer e privatista de Jatene deram mais um passo em direção à concretização da privatização de seis companhias de saneamento, entre elas a Cosanpa. No dia 22 de fevereiro, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) publicou Edital chamando para a licitação que visa escolher o Consórcio que vai  fazer o projeto de privatização dessas empresas públicas.
Primeiro o BNDES, que é ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, divulgou prazo para que empresas se habilitassem à concorrência de consórcios interessados em fazer o projeto. Ao todo 20 consórcios se apresentaram nessa primeira pré-qualificação, 19 foram habilitados a participar da concorrência.
Agora a publicação do Banco, no Diário Oficial e no site www.comprasgovernamentais.gov.br, dá conta de que no dia 17 de março, em Brasília, às 15h30, vai acontecer a sessão pública para a escolha do consórcio que vai fazer a modelagem de privatização da Cosanpa.
O momento é de mobilização contra a privatização da Cosanpa. Nós trabalhadores e trabalhadoras da Companhia, sabemos exatamente o que significa esse processo de privatização. Primeiro o governo do Rolando Lero deixou a Cosanpa ficar sucateada. Trata-se de um plano recheado de crueldade, pois deixa de propósito uma população sofrendo sem água e uma categoria de trabalhadores/as sem a mínima condição de trabalho.
Não há investimento, equipamentos, ferramentas, pessoal suficiente, etc. Muita coisa mudou e o governo irresponsável, sem o mínimo compromisso com o bem estar da população, deixou a Cosanpa parada no tempo, sem modernização. Tudo arquitetado para levar os consumidores a pensar que a privatização é a saída.
Na realidade, a privatização é boa, mas para o governo, que vai embolsar o dinheiro do leilão. É boa também para a empresa privada compradora, pois vai pagar barato por uma “mina de ouro”, vai gerir o “petróleo do futuro”, a água, bem essencial à vida, que jamais poderia ser negociada para lucro de poucos e sacrifício da maioria da população.
Como já publicamos várias vezes, o exemplo das privatizações no Brasil e no Pará (caso Celpa), nos mostra que empresas privadas não gostam de remanescentes da estatal, demitem mesmo, sem dó nem piedade. Contra tudo isso, nos cabe a luta, a união e mobilização contra a privatização da Cosanpa.