Combater a privatização da Eletrobras não é apenas defender uma estatal estratégica para o desenvolvimento nacional, mas também lutar pela manutenção de um serviço democrático e ao alcance de todos.

A diretora de Energia da Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU/FNU)  e dirigente do Situ-DF, Fabiola Antezana, explica que “o maior prejuízo que a população tem é o aumento de tarifa que vem logo após a privatização. Nós temos vários exemplos comparando Goiás com o Distrito Federal. Em 2018, Goiás teve um aumento de tarifa de 18.5%, enquanto o Distrito Federal teve um aumento de 6,5%”.

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Urbanitários na resistência: contra à privatização do setor elétrico e do saneamento.
ÁGUA, ENERGIA E SANEAMENTO NÃO SÃO MERCADORIAS!

 

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