As contas de luz devem ter aumento para os consumidores, conforme os urbanitários já haviam denunciado. Por isso, a luta não tem trégua: contra a privatização do sistema elétrico nacional

A Energisa pretende ingressar “imediatamente” com a revisão tarifária extraordinária nas distribuidoras Ceron e Eletroacre, adquiridas no último dia 30 de agosto, em leilão de venda dos ativos da Eletrobras. Como o grupo deve assumir efetivamente as duas empresas em dezembro, a perspectiva é que o pedido seja protocolado em 2019.

De acordo com o diretor financeiro da companhia, Mauricio Botelho, há um potencial de crescimento de base de remuneração, dado elevado ativo imobilizado em curso (AIC) e imobilizações recentes, realizadas entre 2017 e 2018. Números apresentados pela companhia mostraram que, da base de remuneração regulatória (BRR) de R$ 615 milhões na Ceron, houve imobilizações de R$ 256 milhões na companhia.

A estimativa inicial é de que, considerando os AIC, depreciações e inflações, a BRR pode chegar a R$ 1,275 bilhão, ante os R$ 615 milhões do lado de BRR de fevereiro de 2017. Na Eletroacre, o ganho é menor. A BRR de fevereiro de 2017 é de R$ 417 milhões, e com as imobilizações e AIC poderia chegar a R$ 459 milhões. (fonte: Isto É)

Apesar de toda a explicação técnica, isso simplesmente significa aumento nas contas de luz dos consumidores.

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Nossa luta não tem trégua! Agora toda a pressão junto aos senadores para não aprovarem o projeto sobre as distribuidoras, uma vez que, em liminar, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o governo de privatizar empresas estatais sem prévia autorização do Congresso

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