As centrais sindicais – CUT, CSB, CTB, UGT, Força Sindical, Nova Central e Intersindical – aprovaram nesta quarta-feira (31/1) a realização do Dia Nacional de Luta, em 19 fevereiro, contra a reforma da Previdência. A votação da proposta no plenário da Câmara dos Deputados está marcada para essa data.

Os dirigentes fixaram um cronograma de ações para o protesto, que terá como mote “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, em pressão aos parlamentares para não votarem a reforma.

As entidades vão orientar trabalhadores a reforçar a pressão sobre os parlamentares, fazendo panfletagens e até “blitz” em aeroportos.

Ato do PT

No mesmo dia, o PT promoverá um ato para comemorar os seus 38 anos. O aniversário do partido é em 10 de fevereiro, mas, como a data cai no carnaval, será lembrada no dia 19.

O PT também aproveitará o dia para atacar as mudanças propostas pelo governo para a Previdência e defender a candidatura de Lula. A ideia é lançar a nova Carta ao Povo Brasileiro, com compromissos da campanha do ex-presidente.

Leia a nota das Centrais Sindicais:

Centrais realizarão Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência

Em reunião manhã desta quarta-feira (31), as centrais sindicais (CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT, Intersindical) aprovaram a realização de uma Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência.

Na oportunidade, as centrais repudiaram a campanha enganosa do governo Michel Temer para aprovar a Reforma da Previdência. E orientam para o próximo dia 19 de fevereiro um Dia Nacional de Luta.

Com a palavra de ordem “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, as centrais orientam suas bases a entrarem em estado de alerta e mobilização nacional imediata, com a realização de assembleias, plenárias regionais e estaduais, panfletagens, blitz nos aeroportos, pressão nas bases dos parlamentares e reforçar a pressão no Congresso Nacional.

As centrais sindicais conclamam suas bases a reforçar o trabalho de comunicação e esclarecimento sobre os graves impactos da “reforma” na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

A unidade, resistência e luta serão fundamentais para barrarmos mais esse retrocesso.

Antonio Neto, presidente da CSB

Adilson Araújo, presidente da CTB

Wagner Freitas, presidente da CUT

Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força), presidente da Força Sindical

José Calixto Ramos, presidente da Nova Central

Ricardo Patah, presidente da UGT

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